2Uma família de Itajaí, Santa Catarina, vive momentos de angústia após descobrir que seu filho, de 3 anos, que é autista, foi amarrado por uma professora no Centro de Educação Infantil Profª Ermelinda Potter Custódio, no bairro Cidade Nova.
A descoberta ocorreu durante uma visita ao supermercado, quando o pai da criança foi informado por um ex-funcionário da creche sobre o ocorrido: “A professora estava amarrando crianças, e seu filho era uma delas”, disse o ex-funcionário.
A mãe contou que, há cerca de um mês, a professora deixou a creche sem dar explicações. No entanto, a família só soube da verdade durante essa conversa. Após a descoberta, os pais foram à creche em busca de esclarecimentos.
**Diretora Confirma Denúncia**
Na reunião, a diretora confirmou que havia recebido uma foto do menino amarrado e relatou o caso à Secretaria de Educação de Itajaí. Contudo, os pais não foram informados no momento da denúncia. “Essa denúncia já havia ocorrido há um mês, mas só agora descobrimos”, desabafou a mãe.
A situação é ainda mais preocupante porque o menino é autista e não verbal, o que dificulta saber o que ele passou. “Estamos sem respostas e sem saber o que fazer, pois a Secretaria de Educação não nos dá acesso às informações”, afirmou a mãe.
**Investigação e Consequências**
A imagem que expôs o caso foi enviada à diretora por uma funcionária da creche. Mesmo com essa prova, a escola não comunicou imediatamente os pais sobre os maus-tratos.
Com a professora afastada e sob investigação, os pais pretendem retirar o filho da creche. A Secretaria de Educação de Itajaí confirmou a denúncia, mas não forneceu mais detalhes sobre o andamento da investigação.
A família registrou um boletim de ocorrência e continua.









