O infectologista Rivaldo Cunha, da Fundação Oswaldo Cruz salientou que o uso do fumacê contra a dengue é limitado após o início de uma epidemia, pois pode afetar insetos benéficos e causar alergias respiratórias, especialmente em crianças. Ele enfatizou a importância da preparação prévia dos estados para evitar a proliferação do mosquito transmissor e casos graves.
Cunha também recomendou o uso de repelente mesmo por pessoas assintomáticas para evitar a transmissão do vírus. O estado de emergência em várias regiões é atribuído à escassez de vacinas contra a dengue.
Cunha ressaltou a importância de melhorar o atendimento aos pacientes, garantindo acesso rápido aos cuidados médicos, especialmente para tratamentos simples como a reposição de líquidos. Ele estimou que o estágio grave da dengue deve durar pelo menos dois meses, com base em dados históricos.
Por fim, o infectologista enfatizou a importância da mobilização da população na redução dos focos de reprodução do mosquito transmissor.












