O delegado-geral da Polícia Civil de Santa Catarina, Ulisses Gabriel, se manifestou publicamente após a instauração de um procedimento preparatório por parte do Ministério Público. Segundo ele, até o momento, não foi oficialmente notificado sobre a abertura da apuração.
De acordo com a nota, o procedimento teria sido motivado por supostas declarações feitas durante uma coletiva de imprensa realizada no dia 27 de janeiro. O delegado afirmou estar “absolutamente tranquilo” e declarou confiar na atuação do Ministério Público.
Ulisses Gabriel ressaltou que não pode responder por eventual abuso de autoridade ou violação de sigilo funcional, argumentando que não é — e nunca foi — responsável pela investigação mencionada. Ele afirmou ainda que as informações divulgadas durante a coletiva não eram sigilosas, mas sim de conhecimento público.
O delegado também destacou que, nas entrevistas concedidas, não houve citação de nomes nem divulgação de fotos ou vídeos que identificassem investigados. Segundo ele, o inquérito policial que apurou a possível coação no curso do processo possui caráter público.
Na nota, Ulisses Gabriel afirmou que está à disposição do Ministério Público para prestar quaisquer esclarecimentos necessários. Ele também mencionou a existência de dezenas de representações apresentadas ao MP, que, segundo declarou, estariam inseridas em um contexto de motivações políticas e ideológicas contra a Polícia Civil de Santa Catarina.
O Ministério Público não se manifestou até o momento sobre o teor da nota.












