Recentemente, um morador relatou uma experiência decepcionante que destaca sérios problemas na gestão e comunicação do sistema de saúde de Araquari.
Em abril, o paciente consultou uma médica que solicitou exames laboratoriais e de imagem. Após realizar os exames, ele percebeu alterações em alguns resultados e entregou os documentos no posto de saúde no dia 14 de junho. No dia 20 de junho, a médica revisou os exames e decidiu que era necessário um retorno para consulta. Contudo, a unidade de saúde não comunicou essa necessidade ao paciente.
“Foi preciso adivinhar que a médica pediu retorno, porque a unidade de saúde não avisou, ninguém avisou!”, desabafou o morador.
Mesmo ciente da necessidade de uma nova consulta para obter orientações e prescrição de medicamentos, o paciente enfrentou dificuldades devido à redução no número de fichas de atendimento disponíveis. Sem outra opção, ele teve que buscar informações em uma farmácia particular e iniciar o tratamento por conta própria para evitar o agravamento de sua condição de saúde.
A situação ilustra a urgência de melhorias na gestão das unidades de saúde “A secretaria de saúde precisa de um gestor que entenda de saúde e de coordenação. As unidades básicas de saúde também precisam de pessoas capacitadas, líderes e coordenadores que façam a coisa acontecer de fato”, destacou o morador.
Esse caso levanta preocupações sobre a eficácia do sistema de saúde pública e a necessidade de uma melhor comunicação entre os profissionais de saúde e os pacientes. É essencial que as autoridades locais tomem medidas para garantir que os pacientes recebam o atendimento e as informações necessárias em tempo hábil, evitando assim complicações de saúde desnecessárias.
A secretaria de saúde de Araquari ainda não se pronunciou sobre o caso, mas espera-se que relatos como este incentivem mudanças positivas no atendimento aos cidadãos.












