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Mpox em Santa Catarina: Saúde de SC reforça alerta e mantém monitoramento ativo em 2026

A Secretaria de Estado da Saúde de Santa Catarina informou que não há casos confirmados de mpox em 2025, mas mantém o monitoramento epidemiológico ativo em todo o estado. A vigilância é coordenada pela Diretoria de Vigilância Epidemiológica (DIVE), que acompanha possíveis notificações e reforça as orientações de prevenção à população.
A mpox em Santa Catarina segue sob vigilância permanente, mesmo sem registros neste ano. A doença integra a lista de notificação compulsória no Brasil, o que obriga a comunicação imediata de casos suspeitos às autoridades de saúde.
Em 2024, Santa Catarina confirmou 14 casos de mpox. Todos os pacientes eram homens, com idade entre 20 e 59 anos. A faixa etária mais afetada foi de 30 a 39 anos, representando 42,9% dos registros.
Os municípios com casos confirmados de mpox em 2024 foram:
Florianópolis (7 casos)
Itajaí (4 casos)
Joinville (1 caso)
Balneário Piçarras (1 caso)
São José (1 caso)
Plano de contingência contra mpox segue ativo
Mesmo sem casos confirmados de mpox em 2025, o Estado mantém um Plano de Contingência preparado para possíveis casos importados ou mudanças no perfil epidemiológico da doença. A estratégia prevê resposta rápida, investigação imediata e orientação aos serviços de saúde.
O que é mpox e como ocorre a transmissão
A mpox é causada pelo vírus MPXV, pertencente ao gênero Orthopoxvirus. Inicialmente considerada uma zoonose, atualmente a principal forma de transmissão ocorre entre pessoas.
A transmissão da mpox acontece principalmente por:
Contato direto com lesões na pele
Contato com fluidos corporais, como pus e sangue
Contato próximo e prolongado com secreções respiratórias
Objetos contaminados, como roupas e lençóis
Diferentemente da covid-19, a mpox não apresenta transmissão aérea ampla, exigindo contato direto, geralmente pele a pele.
Sintomas da mpox
O período de incubação da mpox varia entre 5 e 21 dias. Os principais sintomas incluem:
Febre
Dor de cabeça
Dores musculares
Calafrios
Fraqueza
Gânglios linfáticos inchados
Lesões ou erupções na pele
As erupções costumam iniciar no rosto e podem se espalhar para mãos, pés, região genital e mucosas. O diagnóstico da mpox é confirmado por exame laboratorial, com análise de secreções ou crostas das lesões.
Orientações da Saúde de SC
A Secretaria de Estado da Saúde orienta que qualquer pessoa com lesões súbitas na pele associadas a febre ou ínguas procure atendimento médico imediato.
Entre as recomendações estão:
Evitar contato físico próximo com pessoas com lesões suspeitas
Reforçar a higiene das mãos com água e sabão ou álcool em gel
Manter isolamento em caso de suspeita ou confirmação, conforme orientação médica
O monitoramento da mpox em Santa Catarina permanece contínuo, com foco na prevenção, identificação precoce e resposta rápida diante de eventual novo caso no estado.

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Fonte SCC

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