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Uma moradora de Araquari relatou uma situação de descaso ocorrida na última segunda-feira (3), no Pronto Atendimento 24h do município. Segundo ela, seu filho, que é autista e possui TDAH, não recebeu atendimento médico prioritário, mesmo após passar pela recepção e triagem com essa classificação.
O caso aconteceu por volta das 13h, quando o local não apresentava grande movimento. Ainda assim, a moradora afirmou que dois médicos permaneceram por mais de 30 minutos conversando e dando gargalhadas, enquanto os pacientes aguardavam. A demora gerou reclamações entre os presentes.
Somente após a manifestação da mãe sobre a demora, os médicos voltaram às salas de atendimento e passaram a chamar os pacientes. A criança apresentava um quadro respiratório, com bronquite e asma, e já havia passado do horário do uso do medicamento.
Diante da incerteza sobre administrar ou não a medicação, a mãe procurou outro médico no local e questionou se o filho poderia usar a bombinha para asma. Após verificar o nome da criança no sistema, o profissional autorizou o uso do medicamento.
Ela ainda ressaltou que, em outras ocasiões, o atendimento na unidade sempre ocorreu de forma rápida, e lamentou o episódio de desorganização e falta de sensibilidade por parte dos profissionais.












