Uma moradora de Araquari, que está com quase quatro meses de gestação, expressa sua preocupação com o atendimento de pré-natal recebido até o momento. Segundo ela, após a primeira consulta realizada no posto de saúde, não foi possível ouvir os batimentos cardíacos do bebê, o que gerou insegurança.
“Fiz a primeira consulta, mas não escutaram o coraçãozinho do bebê, e desde então, estou aguardando o acompanhamento médico. Já fazem dois meses e até agora não recebi nenhuma atualização. Não sei se a ultrassom foi solicitada ou se há alguma recomendação para novos exames”, relata a gestante, que prefere não se identificar.
O caso levanta questões sobre a qualidade e a agilidade no atendimento de saúde pública para gestantes, especialmente considerando o impacto emocional da espera e a falta de informações claras sobre o andamento do pré-natal.
A gestante expressa um desejo de maior atenção e comunicação por parte da equipe de saúde, buscando garantir o acompanhamento adequado e o bem-estar de seu bebê.











