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Funcionário furtava carnes de R$ 200 e vendia por R$ 50 em Santa Catarina.

O funcionário desviava carnes nobres com preços altos para revender

Polícia Civil de Santa Catarina desarticulou um esquema de desvio de carnes de uma empresa multinacional, que causou um prejuízo estimado em R$ 50 mil. O principal suspeito é um funcionário de uma empresa terceirizada, que furtava peças de carnes nobres e as revendia por preços irrisórios. Ele foi preso em flagrante na manhã desta quarta-feira (20/12), em sua residência em Itajaí, onde foram encontrados diversos produtos furtados em um freezer em péssimas condições sanitárias.

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A operação foi realizada pela Delegacia de Furtos e Roubos de Cargas da Diretoria Estadual de Investigações Criminais (DFRC/DEIC), que investigava o grupo criminoso há cerca de dois meses. Segundo a polícia, o funcionário aproveitava-se de sua função de entregador para subtrair diariamente peças de carnes como filé mignon, picanha e alcatra, que custam entre R$ 100 e R$ 200 no mercado. Ele vendia as carnes por R$ 50 ou menos para comerciantes e consumidores da região de Brusque, onde ocorriam os furtos.

A polícia apreendeu também documentos, celulares e um veículo utilizado pelo suspeito. Ele foi autuado por furto qualificado e receptação, e encaminhado ao sistema prisional. A polícia continua as investigações para identificar e localizar os demais envolvidos no esquema criminoso.

O funcionário desviava carnes nobres com preços altos para revender

Polícia Civil de Santa Catarina desarticulou um esquema de desvio de carnes de uma empresa multinacional, que causou um prejuízo estimado em R$ 50 mil. O principal suspeito é um funcionário de uma empresa terceirizada, que furtava peças de carnes nobres e as revendia por preços irrisórios. Ele foi preso em flagrante na manhã desta quarta-feira (20/12), em sua residência em Itajaí, onde foram encontrados diversos produtos furtados em um freezer em péssimas condições sanitárias.

A operação foi realizada pela Delegacia de Furtos e Roubos de Cargas da Diretoria Estadual de Investigações Criminais (DFRC/DEIC), que investigava o grupo criminoso há cerca de dois meses. Segundo a polícia, o funcionário aproveitava-se de sua função de entregador para subtrair diariamente peças de carnes como filé mignon, picanha e alcatra, que custam entre R$ 100 e R$ 200 no mercado. Ele vendia as carnes por R$ 50 ou menos para comerciantes e consumidores da região de Brusque, onde ocorriam os furtos.

A polícia apreendeu também documentos, celulares e um veículo utilizado pelo suspeito. Ele foi autuado por furto qualificado e receptação, e encaminhado ao sistema prisional. A polícia continua as investigações para identificar e localizar os demais envolvidos no esquema criminoso.

fonte: SCC10

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