A Polícia Federal e a Polícia Militar realizaram uma operação em Rio do Sul, nesta quinta-feira (14), na propriedade de Francisco Wanderley Luiz, principal suspeito das explosões em Brasília, que ocorreram em frente ao STF (Supremo Tribunal Federal) e à Câmara dos Deputados.
Francisco Wanderley Luiz, conhecido como Tiü França, de 59 anos, morreu ao detonar uma bomba em frente ao STF. Residente em Rio do Sul, ele trabalhava como chaveiro e se candidatou a vereador em 2020, mas obteve apenas 98 votos. Em suas redes sociais, Francisco publicava mensagens sugerindo ataques com explosivos contra figuras políticas, o que chamou a atenção das autoridades.
A operação aconteceu no local onde funcionava o “Chaveiro França”, mas as autoridades não divulgaram informações detalhadas sobre o que foi encontrado na propriedade. A Polícia Federal e a Polícia Militar continuam com as investigações.
A polícia também realizou buscas em uma casa alugada por Francisco em Ceilândia (DF), a cerca de 30 quilômetros de Brasília. Nesse local, foram detonados explosivos armazenados, indicando um possível planejamento. Francisco teria alugado a casa três meses antes do atentado no Supremo Tribunal Federal.
As investigações, conduzidas pela Polícia Federal e pela Polícia Civil do Distrito Federal, trabalham com a hipótese de que Francisco Wanderley Luiz atuou sozinho nas explosões em Brasília, mas detalhes adicionais ainda estão sendo apurados para esclarecer o caso.










