A Corregedoria da Polícia Militar concluiu, em 15 de abril, o inquérito que indiciou 16 policiais militares pelo assassinato de Vinícius Gritzbach, ex-integrante e delator do Primeiro Comando da Capital (PCC), além de envolvimento em escolta ilegal. Dos indiciados, 12 responderão por organização criminosa, três por participação direta no homicídio e um por falsidade ideológica.
A Secretaria da Segurança Pública informou que 17 PMs seguem presos. A Polícia Civil também finalizou seu inquérito em março, após 126 dias de apurações, reunindo provas consideradas robustas. O material da investigação inclui cerca de 20 mil páginas e 6 terabytes de conteúdo, entre vídeos, áudios e dados coletados com autorização judicial.
As autoridades agora buscam converter as prisões temporárias em preventivas para oito investigados, enquanto novas frentes de apuração seguem em andamento para identificar outros possíveis envolvidos no crime.
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