Em uma reunião realizada na Secretaria de Saúde, com a participação da diretora de regulação e do secretário, foi discutida a situação de uma consulta para cirurgia de trauma de coluna cervical, que havia sido agendada para 2031. O longo prazo gerou preocupação e levou à solicitação de explicações sobre a demora no atendimento.
Durante o encontro, diversas questões foram levantadas, incluindo pedidos e e-mails enviados pela diretora de regulação, que buscava agilizar a consulta, e a aparente falta de suporte da Secretaria de Saúde. Em meio às divergências sobre responsabilidades, a diretora declarou que a resolução do problema não cabia a ela, enquanto o secretário afirmou que, embora não fosse sua função direta, se comprometeria a buscar uma solução.
No dia seguinte à reunião, a diretora de regulação solicitou a antecipação da consulta. Como resultado, o atendimento, antes previsto para 2031, foi reagendado para 2024.
O caso levanta sérias preocupações sobre a eficiência e o comprometimento dos órgãos de saúde em garantir um atendimento adequado e em tempo hábil aos pacientes. É fundamental que a saúde seja tratada como prioridade, e que processos como esse sejam revistos para evitar que a população seja prejudicada por atrasos inaceitáveis.












