A argelina foi reprovada em testes de gênero e desclassificada do Mundial de 2023 por não cumprir as regras de elegibilidade da International Boxing Association (IBA) que impedem atletas com cromossomos XY de competir em eventos femininos. Porém, compete nos Jogos Olímpico com autorização do Comitê Olímpico Internacional (COI).
Carini se pronunciou após o abandono e disse não ter desistido da luta por causa das polêmicas envolvendo a adversária, mas sim devido a um desconforto no nariz.
“Entrei no ringue e tentei lutar. Eu queria vencer. Recebi dois golpes no nariz e não conseguia respirar mais, estava doendo muito”, disse.
“Independentemente de tudo, está tudo bem, tudo bem assim. Eu não perdi esta noite… Eu só fiz meu trabalho como lutadora. Entrei no ringue e lutei. Não consegui. Estou saindo com a cabeça erguida e o coração partido”, completou.
Além de Khelif, a taiwanesa Lin Yu-ting é outra boxeadora que falhou testes de gênero, mas lutará em Paris na categoria até 57kg.












