A recente definição da reposição salarial para os membros da segurança pública tem gerado grande revolta entre os profissionais da área. A base, composta pelos praças, receberá um aumento de apenas R$ 1.290,00, enquanto os coronéis terão um reajuste significativo de R$ 7.011,58. Essa disparidade é vista como um desrespeito àqueles que, diariamente, arriscam suas vidas para garantir a segurança da população.
Além disso, o reajuste será parcelado em três vezes, com a última parcela prevista apenas para abril de 2026, o que aumenta a insatisfação. Até lá, a inflação deverá consumir grande parte desse valor, tornando o aumento ainda mais insuficiente e injusto.
Com isso, cresce a cobrança por uma reforma salarial que seja linear e justa, garantindo que todos os profissionais da segurança pública sejam valorizados de forma equitativa. Os praças, que representam a maior parte da categoria, não aceitam esse tratamento desigual e estão firmes na luta pelos seus direitos.
O movimento é claro: a valorização verdadeira não está apenas nos números, mas no reconhecimento e na justiça para todos os trabalhadores da segurança pública.










