A Polícia Federal (PF) indiciou o ex-presidente Jair Bolsonaro e seu ex-ajudante Mauro Cid no caso das joias sauditas. A investigação aponta uma organização criminosa envolvida no desvio e venda de presentes recebidos de autoridades estrangeiras. Esses presentes deveriam ser incorporados ao Gabinete Adjunto de Documentação Histórica da Presidência, mas foram desviados entre 2022 e 2023, com Mauro Cid operando as vendas.
Além de Bolsonaro e Cid, outros 11 investigados, incluindo militares e advogados próximos ao ex-presidente, também foram indiciados. A defesa de Jair Bolsonaro ainda não se pronunciou, mas seu filho, Flávio Bolsonaro, e outros aliados criticaram o indiciamento, classificando-o como perseguição política.











